Me fiz de bobinha pro tio de meu marido Parte 2

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Carmela está tendo um tremendo orgasmo com a boca de Bene sugando por inteiro sua vulva e a língua
saracoteando como um chicote em volta de seu clitóris. Ela respira e arfa descompassadamente.
Em volta da boca e do queixo brilha os resquícios de esperma que Bene tinha ejaculado, minutos antes.

O forte negro sente quando Carmela apoia uma das coxas em seu ombro e a perna pressiona sua cabeça de encontro a sua vagina. Nesse instante a porta do escritório se abre e Diana se assusta estupefata com a cena dos dois semivestidos e se contorcendo no sofá.
– O quê é iiissooo!? Carmela!? Carmela, me explica isso!
– Ooooh! Me…me deixa terminar! Por favor… es…estou quase… quase gozando! Por favor, fecha a porta, mamãe!

Carmela e Julio vão casar no próximo domingo. Ela teve um daqueles desvios de personalidade por se afeiçoar a Julio, um geniosinho em matemática, quando estavam na universidade.
Carmela não se sentia inteiramente atraída sexualmente por ele. Gostava quando ele lhe chupava a xaninha e a fazia gozar.

Para uma pessoa calada e tremendamente focado nos estudos, Julio tinha uma destreza sexual que a fascinava. Não sexualmente, mas curiosamente.
– Não acredito no que vi! Nem que você fosse tão promiscua! Uma menina de dezoito anos e se entregando pra qualquer um! Espero que Bernardo seja único com quem você tá traindo o Julio! Cacete, Carmela! Voce vai se casar daqui a dois dias!
– Bene não é qualquer um! É meu anjo da guarda! E sempre será! Não assumimos nossa relação devido ele ser negro e devido a praticidade e a realidade da nossa sociedade. Se descobrirem que ele tá me comendo, a carreira dele aqui na firma seria destruída por inveja!
– Chega, Carmela! Antes de sair, lava o rosto e arruma o cabelo!

Lina era coreografa. Quando nova, foi dançarina e depois coreografava espetáculos musicais. Era casada com Heron, tio de Julio. Era belíssima e voluptuosa nos seus quarenta e poucos anos.
Os pais de Julio eram fazendeiros e quando ele veio estudar na faculdade, Heron achou mais do que obrigação em acolher o filho de sua irmã no amplo apartamento em que ele e Lina moravam.

Julio tinha entrado na faculdade aos quatorze anos e foi preciso um mandato de segurança para que ele frequentasse as aulas. Isso foi feito através do escritório de advocacia onde Diana e o marido eram os donos.

Quando Julio tinha dezesseis anos, flagrou sua tia Lina sendo triplamente penetrada por rapazes do seu curso de dança, enquanto seu tio Heron estava viajando a negócios. Dai em diante houve olhares acusadores por parte dele e tentativas de explicações por parte dela.
Mas a natureza interviu a favor de Lina. Certo dia quando Julio estava se preparando pra ir trabalhar, ele deu de cara com a tia lhe preparando o café da manhã praticamente nua. Calçava sapatos de salto alto. Julio se espantou quando recebeu seu primeiro beijo de língua.

Daí em diante, embora já noivo de Carmela, Julio transformava suas inclinações sexuais através da tia. Lina deixou de escolher sexy lingeries. Isso ficou a cargo de Julio.
Numa das visitas de sua mãe, ela encontrou na gaveta uma lingerie que minimamente cobriria o corpo de qualquer mulher magra. Imagine uma mulher voluptuosa como Ivete Shangrallo. Mil pensamentos passaram pela cabeça dela.
– Voce pode me explicar isso, meu filho!? Voce não é viado, né!?
– O… o quê!? Isso aí!? Ah… isso é uma pegadinha com uma das meninas lá da firma que vai casar. Nós vamos dar ao João na despedida de solteiro!

Relutante, Julio aceitou que tia Lina tivesse outros homens. Bastava que tio Heron se ausentasse para que Lina trouxesse o sobrinho para o seu universo de devassidão. Uma das coisas que Julio gostava era beijar a boca de Lina enquanto ela era fodida por outro. Ele passou a deixar que alguns dos rapazinhos alunos dela, lhe chupasse o cacete.
E gozava feito louco vendo Lina chupar esses mesmos meninos em lugares públicos. Estacionamentos eram os preferidos para essa performance.
– O que você sente quando tem um cacete dentro da boca!?
– Não sei bem… é instintivo! Quando fui deflorada eu já caia de boca muito antes! Não tem nada ver com gosto, mas com textura e a pulsação dentro da boca. Mulher que realmente gosta de chupar, adora engolir esperma também! Não se deve engolir de imediato, mas ficar engrossando o esperma com saliva até se tornar uma gosma de gosto saboroso e inconfundível. Aí sim, se deve engolir! Deve ser como se consome ostras!

Nos ménages seguintes, Julio não perdia a oportunidade de beijar apaixonadamente tia Lina assim que o outro lhe ejaculava na boca. Lina sentiu que o sobrinho lhe queria lhe revelar alguma coisa, mas não sabia como.
– Me contaram de um lugar que é primordialmente de relações incestuosas. Não verdade é uma casa de swing!
– Voce quer arriscar a gente sair da segurança daqui com nossas amizades em quem confiamos e ir ao encontro de pessoas desconhecidas?
– É só por curiosidade, Lina! São pessoas desconhecidas, mas são selecionadas! Gente como nós!
– Haaam… O que você está me escondendo? Voce quer ver pai comendo a filha? Mãe chupando o filho?
– Mais ou menos isso! Eu e você podemos passar por irmã mais velho e irmão caçula!
– Hahahah! Voce quis dizer, mãe e filho! Além de pagar a franquia, o que se ganha?
– Deixa comigo! Vou nos inscrever, ok?
– Espera! Tem alguma coisa mais! Entre eu e você não tem mais segredos! Nem com a garotada que vem aqui! Voce quer fazer a mesma coisa no meio de desconhecidos, né? Pra que?
– Tia, se você concordar… lá te conto!

Lina e Julio não eram o único casal se agarrando e se beijando apaixonadamente na pista de dança, onde a competição seria ganha pelo primeiro que ejaculasse entre as coxas da acompanhante, filha, irmã, sobrinha, tia ou mãe. Os incestuosos masculinos, ganharia o primeiro que gozasse com o pênis entre as nádegas do companheiro, pai, filho, irmão, tio ou primo.
Havia troca de casais. Julio então revelaria mais um traço de sua personalidade. Ele conseguiu que um tio e um sobrinho se juntassem a eles.
– Não vai me dizer que você agora é adepto de comer menininhos?
– Caramba! Voce é uma mulher muito bonita e sensual, Lina! Faz florescer meu lado hetero!
– Me perdoa, meu amigo… mas eu quero ir pro cafofo com teu sobrinho… primeiro!
– Muito bem! Meu querido Julio, você vai ter que comer a titia Vavá então!

Minutos se passaram. O sobrinho e Lina nada conseguiram de carnal e resolveram ir pro bar. Mas, Lina achava que Julio já estava demorando demais. O sobrinho disse que Vavá passava horas lhe chupando.
– Aaah, ali vem eles!
– E aí, Julio? Como foi?
– Minha princesa! O Julio me adorou! Agora quer ir com você, sobrinho! E também é nossa vez, Lina!
– Huuuum, acho que não Vavá! Me desculpa! Mas não entrei no clima! Olha só como eles saíram em disparada!

Novamente minutos se passaram. Quando Julio e o sobrinho voltaram, Lina já estava vestida e na sala de recepção. Julio veio ter com ela, também vestido. Fez ela levantar-se e a beijou como um apaixonado. Lina arregalou os olhos e o afastou dela. Em seguida caiu no riso.
– Voce chupou os caras!!
– Sim! E foi aquilo mesmo que você disse! Que tesão! É uma coisa indescritível!
– Cacete, menino! Como você vai fazer agora!? Já que se tornou viado! Ainda vai casar!
– Que viado o quê, tia!! Isso é apenas uma prática sexual de uma pessoa hetero praticada num homossexual!
– Pòrra guri! Homem que gosta de chupar páu… é viado!
– Negativo! Há o excitamento do musculo vibrando na tua boca! Somente! Em seguida me deu uma vontade incontrolável de te beijar de te comer todinha! Os dois, coitados, quiseram me beijar e que eu lhes enrabasse! Mas, não dá! Não faz parte de minha atração sexual! Um páu na minha boca é um gatilho pra eu desejar uma mulher!
– Quer dizer que agora faremos boquete juntos!? Acho que devemos abrir o jogo com nossa garotada!
– Ah, não tia! A coisa tem que ser com estranhos!
– Desse jeito você terá que se misturar com os viados! Nunca tinha ouvido falar dessa tendencia!
– Pois é! Quando via você chupando um dos garotos, eu sentia um incomodo que não sabia o que era! Agora eu sei. Eu olhava pra tua boca, mas meu subconsciente me direcionava pra visão do pau do garoto!

Num sábado chuvoso, estavam todos em casa e o telefone toca. Heron atende e passa pra esposa. Minutos depois, Lina entra no quarto do sobrinho e pede que ele se arrume, pois lhe deram um endereço de um local especial.
– Não sei porque você quis vir, amorzinho! É só um staccati que a garota quer me mostrar pra apresentação.
– Tá chovendo muito, Lina! Aqui parece aqueles teatros burlescos! Gloryhole Kingdon! Que nome mais esquisito!
– O que você esperava, querido, desse pessoal de dança! Talvez demoremos uma meia hora, ok?

Era bastante movimentado lá dentro com pessoas saindo ou entrando em compartimentos. Em todos havia uma cadeira confortável, um banquinho. Uma das paredes tinha três orifícios em linha vertical. As paredes laterais eram espelhos de cima abaixo. Os clientes podiam optar em chupar um caralho ejetado do orifício de acordo com o queria fazer no momento. Se queria uma penetração, ficava de quatro na cadeira. Podia também boquetear sentado. Julio optou por fazer em pé ao lado de Lina. Ele foi gentil o bastante pra dividir com ela a ejaculação.

Dentro do carro, Heron trocava mensagens com a mãe de Julio, sua irmã.
“- O que eles estão fazendo aí?”
– Não sei. Acho que vieram ver um novo passo de dança para coreografia!

Naquela noite, Heron sentiu que Lina estava em brasa. Julio chupou tanto Carmela que ela implorou que ele parasse. Quando chegou a hora de ele ir embora, viu que havia uma lusinha acesa na garagem da mansão. Foi até lá correndo. A chuva silenciava seus passos.
– Agora… agora me dá essa bundinha! Bundinha, não! Esse bundão fabuloso!

Diana que estava acocorada vai se levantando ao mesmo tempo que se vira e apoia a frente do corpo na lateral de uma limusine. Julio olha hipnotizado sua futura sogrinha acariciando a rola de Bene e direcioná-la pra boquinha do cu. Mesmo na penumbra dava pra ver a enormidade daquele musculo amarronzado entrando suavemente no anus da bela Diana, que se comportava como alguém que já estava acostumada mil vezes em ser enrabada.

Nas noites da lua de mel, Julio fodia Carmela com uma tenacidade sem igual, pensando na reluzente rola de Bene.

Convido meus leitores a visitar meu blog / onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada