Dos contos eroticos pro motel

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Os acasos nos encontram em total despreparo e alguns deles nos devastam.

Foi exatamente isso que aconteceu, conheci um cara bacana do meio BDSM pelo meu insta dedicado aos contos.

Nos encontramos e ele não se apresentou como o sádico que de fato era, conversamos muitos meses e a química virtual era inegável (fiquei imaginando que se rolasse isso no real eu estava fodida).

Combinamos um rolê mais íntimo, jantar e vinho, boa conversa e tensão… sim, muita tensão sexual!

Com sacadas inteligentes e um jeito singular de me seduzir, ele me ganhou, ali mesmo no meio da conversa eu já me senti entregue!

Chegamos no 5 letras (vulgo motel), uma suíte Sado fez os meus olhos reluzirem, decora em tons de preto com leds vermelhos e todos os acessórios para uma noite digna de masoquista, meu corpo já ardia.

Bebericamos alguns drinks e nos pegamos, o beijo dele me devorava e suas mãos percorriam todo o meu corpo com a habilidade de quem sabe onde quer chegar!

Ele parou, se acomodou na cama encostado na cabeceira e ordenou.

– Levanta. – um sorriso malicioso surgiu em seus lábios e seus olhos já esboçavam que o dominador já habitava ali.

Levantei num salto e em pé o observei, aguardando a próxima ordem!

– tira o vestido. – mandou-

Abri o flash do vestido e o deixei cair até os pés, estava com um conjunto preto de renda e foi com ele que fiquei a frente dele enquanto me observava demoradamente, minhas bochechas estavam em chamas e me senti corar quando após passear todo meu corpo com os olhos me encarou demoradamente como se quisesse descobrir todos os meu segredos apenas com aquele olhar.

Ele levantou da cama e caminhou em minha direção, parou atrás de mim e sentia minha pele arder onde seu olhar me encostava, senti sua respiração se aproximar próximo da minha orelha, estava pesada e já entregava o quão prazer lhe dava me ter ali toda pra ele.

Chegou ainda mais perto e pude sentir sua ereção roçar nos meus quadris, arrepiei, suas mãos alcançaram os meus seios e passearam por todo meu corpo de uma forma diferente de minutos atrás, agora, ele me mapeava, me sentia e descobria todos os meus pontos mais sensíveis!

Desabotoou o sutiã e o retirou, senti seus dentes abocanhando a renda fina da calcinha enquanto a puxava pelas minhas pernas e num ato selvagem quando ela já estava no meio das coxas, rasgo-a com as mãos. Suspirei!

Ele ainda se portava atrás de mim quando senti a primeira golpeada de sua mão, que mão pesada, outra tapa atingiu minha bunda, gemi baixo.

– gosta disso ? – falou sussurrando uma voz rouca ao pé do ouvido.

– Gosto e gosto muito! – senti seus dentes mordiscarem minha orelha levemente e meu corpo respondia com uma onda de calor.

Ele se sentou na ponta da cama a minha frente.

– Deita aqui, agora vou me dedicar a marcar essa tua raba.

Obedeci, deitada em seu colo com a bunda arrebitada pra cima, toda a disposição para que começasse o spank.

– Sei que és masoquista e que pra você isso não é castigo e sim recompensa! Quero que contes enquanto te estapeio, entendeu?

– Sim, senhor! – O tesao era tangível.

A posição de açoite também estava ligada a humilhação de estar exposta daquela maneira pra ele e honestamente, spank e humilhação é uma combinação muito bem quista pra uma submissa.

Ele começou a me golpear, uma nádega, depois a outra, alternava beijos, lambidas e mordidas, tapas, tapas, tapas… no total foram 50, cinquenta golpes que me deixaram encharcadas, minhas pernas já estavam bambas e meu corpo eletrizado.

Ele me pousou no chão:

– Ajoelha e me chupa. – meus olhos brilharam, pois existe poucas coisas que eu goste mais do que dar prazer a alguém. Seu prazer é meu prazer!

Entorpecida, desabotoei sua calça ligeiramente e baixei sua cueca, seu penis saltou pois já estava duro como concreto, peguei em minhas mãos, lambi a glande em movimentos circulares e depois completo como um delicioso picolé, por fim o abocanhei, ele me segurou pelo cabelo e começou a fosse minha boca com violência.

– Quero que você se toque enquanto me chupe!

Deslizei uma das mãos sobre o meu clítoris e comecei a acarinhar em movimentos circulares alternado alternando as velocidades, o prazer se aproximava e ele continuava a foder minha boca, senti que ele estava perto de explodir, ele parou. Me puxou pra cima e me jogou na caba de bruços.

Escutei-o caminhar e tirar da parede um acessório que ainda não tinha usado, mas já havia estudado sobre, era uma haste de inox com algemas de couro nas laterais, ele prendeu meus pés com as algemas e a haste me impedia de fechar as pernas, deixou-as bem separadas enquanto eu ficava de 4 pra ele na beira da cama!

Uma venda de cetim tocou o meu rosto, ele apertou o laço e fiquei vendada, os sentidos restantes foram se apurando e o frio na barriga da espera me consumia.

Escutei ele se movimentar dentro do quarto, estava alerta tentando prever o próximo passo, escutei quando ele abriu algo, senti o toque molhado e gelado de suas mãos no meu sexo, massageava com dedos habilidosos toda região, senti um dedo me penetrando, em seguida outro, ele rodava e enfiava como se estivesse a procurar de algo e estava, após achar o lugar em que me arrancava mais gemidos passou a investir nesse ponto, meu corpo já não se continha e foi quando eu senti a vinda do primeiro orgasmo, meu corpo tremia e minha pernas instintivamente queriam se fechar, mas era impedidas pelo acessório de contenção.

Senti uma puxada em meu cabelo que me fazia ficar ainda mais arqueada, ele meteu tudo de uma vez só e eu gemi, tê-lo completamente dentro de mim me fazia sentir completa.

As investidas iam ficando cada vez mais forte e escutar sua respiração pesada me deixava muito excitada, o bater da pele dele na minha me tirava completamente de prumo, eu estava entregue ao momento é não conseguia sentir nada além de puro prazer!

– Gosta que te fodam com força?

– Sempre, sem pena! – minha resposta foi como gasolina em meio ao seu fogo e ele investiu mais fundo, o sentia chegar no colo do meu útero e as pontadas de dor se misturavam ao meu prazer, a masoquista que habitava em mim gritava e ele ria sadicamente disso.

Com uma das mãos apertou meu mamilo enrijecido enquanto metia com força eu estava perto de explodir de prazer novamente e o avisei:

– vou gozar!

Ele voltou as duas mãos para minha cintura intensificando as estocadas… prazer, prazer, prazer, estava em êxtase quando senti que seu gozo estava chegando, ele se enfiou completamente em mim e senti-o latejar, o líquido quente me invadiu e seu corpo pesou sobre o meu, passamos um minuto assim, corpo com corpo colado, até que num movimento brusco ele se retirou de dentro de mim, retirou as algemas, tirou minha venda e tombou sobre a cama, me trazendo pra perto do seu peito até nossas respirações se regularizarem.

A noite seguiu col outros jogos, mas isso é história pra outro conto! 😉

Heey, seus pervertidxs! Fico feliz que tenham chegado até aqui! Compartilhar um pouco do meu mundo com vocês é sempre muito prazeroso.

Caso queiram acompanhar a vida dessa submissa, me encontrarão no insta.gram sob o codinome de submissa_a

Até o próximo conto! :*